Ora, francamente!

Mas… por quê?

Posted in histeria by Luize Lacerda on janeiro 28th, 2009

Sempre ouvi falar que fulanA ou cicranA eram histéricas sem nunca realmente haver me atentado para o que isso realmente significava. Eu mesma, várias vezes, fui assim rotulada. E pra ser sincera, pouco me importei. Achava que ser histérica era lá dar um showzinho, gritar, peder o controle, o popular: surtar! E em parte, é. Mas, em parte. Descubrir o significado epistemológico de histeria não estava em meus planos, mas acabei o fazendo sem querer. Ao ler Quando Nietzsche Chorou há anos, soube que histeria vinha de hysteros que em grego quer dizer útero. E daí, toda uma cultura que só mulher era “histérica” no sentido mais amplo que esta palavra pode ter.

E eis que me deparei com o fato que eu havia deixado de ser histérica mesmo possuindo um útero (pelo menos minha menstruação continua em dia!).

Além disso, graças (ou desgraçadamente, no caso) a minha sociabilidade, notei que eu convivo com uma quantidade imensa de seres masculinos (porque homem mesmo tá em falta no mercado, meu público!) um tanto quanto pitizeiros, surtados, ou, se preferirem, histéricos. Seria correto então dizer que eu tenho bolas e eles úteros?

O que me deixou uma pessoa livre disso? E por que eles são tão afestados? E elas sinônimos desta síndrome?

Bom, se eu soubesse, ganharia rios de dinheiro… Mas, é isso que eu vou tentar discutir aqui, ao menos, na maioria dos posts.

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2 comments to " Mas… por quê? "

  1. Thiago Meireles says:

    Quem não for histérico em certas ocasiões que atire a primeira pedra! Ah, e sim, sou homem com M (de macho) maiúsculo! :P
    Bjo

    janeiro 28th, 2009 at 16:05

  2. Thiago Meireles says:

    Vamos atualizar?

    fevereiro 12th, 2009 at 1:30

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